out 30 2014

F123 é tema de programa da Globo; assista


reprodução da página na internet do Programa Como Será; nela, há uma foto de Fernando Botelho caminhando por uma rua, com auxílio de uma bengala, e o título: Inclusão – Software facilita acesso a emprego e educação para deficientes visuais

Reprodução da página na internet do Programa Como Será; nela, há uma foto de Fernando Botelho caminhando por uma rua, com auxílio de uma bengala, e o título: Inclusão – Software facilita acesso a emprego e educação para deficientes visuais

 

O programa “Como Será?”, da TV Globo, exibiu no sábado (25) uma entrevista com Fernando Botelho, empreendedor social criador do software F123, tecnologia gratuita com navegador web, e-mail e programas de texto adaptados para que uma pessoa com deficiência visual use-a em qualquer computador, já que é gravado num pen-drive .

“Tive acesso a tecnologias muito boas, mas a maioria das pessoas só conhece aquelas que são supercaras e isso acaba bloqueando muito a oportunidade educacional e de emprego para quem tem deficiência visual”, disse Fernando à repórter Júlia Bandeira. “O objetivo do F123 é democratizar o acesso à tecnologia.”

Assista aqui

Por QSocial

 

 

 

 

 

 


out 24 2014

Software para pessoas cegas e com baixa visão ganha nova versão gratuita e paga


F_123

Mulher usa notebook com software F123; crédito: Renato Stockler/Na Lata

O F123 tem, a partir de agora, uma nova versão do software para pessoas cegas e com baixa visão.

O programa, que pode ser instalado em qualquer computador, tem as versões recentes do navegador Mozilla Firefox, editor de texto e planilha eletrônica, mensageiro instantâneo e e-mail, além de um sistema de ajuda, com dicas para quem está começando.

Há ainda leitor e ampliador de tela mais avançados, com a possibilidade de atualizações automáticas do software e do conteúdo de ajuda sem necessidade de reinstalação.

Você pode baixar a versão gratuita aqui.

A versão paga inclui DVD para instalação do sistema F123, licença de voz de alta qualidade, apoio técnico prioritário para resolver até 10 problemas diferentes, atualizações automáticas do software e acesso a cursos de capacitação a distância por 12 meses. O investimento é de R$ 393, além do frete. A compra pode ser feita por este link.

O programa já foi vencedor do Prêmio FINEP de Inovação 2013 categoria Tecnologia Assistiva.

Quem preferir pode adquirir o Apoio Técnico F123 Visual e/ou a Voz de Alta Qualidade para o F123 Visual separadamente.

As compras podem ser feitas à vista ou em parcelas com cartão de crédito ou boleto bancário.

É possível ainda especificar no pedido, durante a compra, que o software seja enviado para uma escola ou para uma pessoa com deficiência visual.

Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail info@F123.org.

Por QSocial


out 24 2014

Capes financia estudo de tecnologias assistivas; F123 recebe pesquisadores


código binário

Ilustração azul mostra código binário, com os números 0 e 1, usado em computação

A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) cadastra propostas de projetos de pesquisa em tecnologia assistiva até 6 de novembro.

A chamada visa fomentar a cooperação entre instituições civis para a implementação de projetos voltados ao ensino, à pós-graduação e ao desenvolvimento de projetos de pesquisas científicas e tecnológicas e à formação de profissionais nessa área.

Para participar, os profissionais devem estar vinculados a instituições de ensino superior.

Entre as áreas temáticas contempladas pelo programa estão estudos sobre auxílios que favoreçam o desempenho autônomo e independente em tarefas rotineiras; estudos sobre recursos de acessibilidade ao computador, idealizados para tornar o computador acessível a diferentes perfis de usuário; e estudos sobre recursos que ampliam a informação a pessoas com baixa visão ou cegas.

São financiáveis bolsas de mestrado, doutorado e mestrado-sanduíche, passagens aéreas, diárias, auxílio moradia (para doutorado-sanduíche) e material necessário para o projeto, entre outros. No total, 15 projetos serão apoiados pela Capes.

Vencedor do Prêmio FINEP de Inovação 2013 categoria Tecnologia Assistiva, o F123 desenvolve projetos para pessoas cegas ou com baixa visão. “Estamos sempre em busca de projetos de pesquisa para desenvolver novas tecnologias assistivas baseadas em software livre ou melhorar aquelas já existentes”, diz Fernando Botelho, um dos fundadores.

O F123 está aberto para receber bolsistas interessados em tecnologia assistiva baseada em software livre, incluindo sintetizadores de voz (MaryTTS e eSpeak), ampliação de tela, teclados virtuais, tecnologias de videoconferência como WebRTC, reconhecimento de voz, acessibilidade web, HTML e Javascript aplicados à matemática acessível, acessibilidade no estudo a distância, e todo tema relacionado à educação inclusiva.

Por QSocial


out 22 2014

F123 é finalista de prêmio internacional


Fernando Botelho em jardim de Curitiba (PR)

Fernando Botelho em jardim de Curitiba (PR)

O F123 é finalista do Continuity Forum, um evento da abc* Foundation para líderes que implementam soluções sustentáveis e replicáveis para grandes problemas. Três empreendedores sociais, entre os 23 selecionados de toda a América, vão receber aporte, consultoria e suportes de mídia e marketing por dois anos.

A proposta da fundação é maximizar o impacto social dessas organizações.

O evento será realizado nos dias 13 e 14 de novembro em Miami, nos Estados Unidos, e terá apresentação de empreendedores sociais. Fernando Botelho, cocriador do F123, terá a missão de explicar o software e como ele colabora para a inclusão.

O F123 melhora as perspectivas educacionais e de emprego de pessoas cegas ou com baixa visão por meio de um software de alto desempenho e baixo custo, treinamento e suporte técnico. Por meio de uma tecnologia acessível, o F123 permite que essas pessoas estudem, trabalhem e, consequentemente, saiam da linha da pobreza.

Por QSocial 


out 15 2014

O treinamento de um Homem de Ferro mirim


O garoto Rayden Kahae, o Bubba, ficou muito empolgado quando, no começo de setembro, recebeu um pacote. Nele, havia nada mais nada menos do que uma prótese de mão do Homem de Ferro!

Rayden Kanahae posa na sala de sua casa com sua prótese de Homem de Ferro

Rayden Kanahae posa na sala de sua casa com sua prótese de Homem de Ferro

Rayden tem 3 anos, mora no Havaí, e nasceu com uma deficiência física provocada pela Síndrome da Banda Amniótica, que impediu o desenvolvimento total de seus dedos da mão direita.

Ele talvez nunca tivesse uma prótese que pudesse ajudá-lo, já que os modelos custam caro, e sua família é carente. Mas a união entre a tecnologia 3D e uma organização, a E-Nabling The Future, fizeram com que ele se tornasse conhecido em várias partes do mundo como o garoto com a mão do Homem de Ferro.

Além desse modelo, há próteses em formato de garras do Wolverine e estão em estudo as do Batman e do Capitão América.

A alegria ao receber o presente da E-Nabling The Future, porém, foi substituída pela frustração: como não estava acostumado a usar as duas mãos, nem sempre a sua superprótese obedecia perfeitamente.

“Foi difícil, porque ele não estava acostumado a usar os músculos de seu braço direito. Ele também ficou frustrado porque certas coisas que tentava pegar escorregavam de sua mão”, conta a mãe, Rayven, em depoimento encaminhado à organização.

Foi aí que entrou em campo uma terapeuta ocupacional. A curiosidade da profissional em conhecer o garoto e sua mão de super-herói impressa em 3D era tanta que Rayden ganhou o atendimento.

Com seu apoio, Rayden tem feito exercícios para fortalecer sua musculatura há um mês e, em breve, poderá dominar totalmente sua mão auxiliar.

“Ele está aprendendo a usar melhor a prótese, e os músculos têm se fortalecido. Ele vai usá-la para andar de bicicleta, jogar bola, segurar seu copo e até ajudar a servir bebidas para nós”, torce a mãe.

A E-Nabling é formada por engenheiros, designers e pensadores voluntários que se juntaram para projetar próteses de mãos impressas em 3D.

Por QSocial

 

 

 


out 14 2014

169 mil estudantes terão atendimento especial no Enem


Jovens estudam reunidos em biblioteca, cercados por estantes de livros

Jovens estudam reunidos em biblioteca, cercados por estantes de livros; crédito EBC

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) está se aproximando e, com isso, aumenta a ansiedade de quem vai prestá-lo.
Mais de 8,7 milhões de estudantes vão participar do exame, que acontece nos dias 8 e 9 de novembro.

Para que a preocupação fique mais restrita aos conhecimentos exigidos pela prova, e não diluída entre problemas com relação à acessibilidade, o Ministério da Educação informa que será oferecido atendimento especial a 169 mil estudantes.

Desses, 76.676 receberão atendimento especializado, oferecido àqueles com baixa visão, cegueira, deficiência física, intelectual, auditiva, surdez, surdo-cegueira, déficit de atenção, autismo, discalculia (dificuldade de calcular) ou outra condição especial. Haverá salas de acesso facilitado, prova superampliada e auxílio para transcrição.

Outros 92.972 receberão atendimento específico, como gestantes, lactantes, idosos e estudantes em classe hospitalar.

Por QSocial

 

 

 


out 07 2014

Fundadora da Adeva é homenageada


Sandra Maria de Sá Brito Maciel, uma das fundadoras da Adeva

Sandra Maria de Sá Brito Maciel, uma das fundadoras da Adeva

Uma das fundadoras da Adeva (Associação de Deficientes Visuais e Amigos), Sandra Maria de Sá Brito Maciel, que completaria hoje 68 anos, será homenageada pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e pelo Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial).

Um vídeo que narra sua trajetória como uma das pioneiras do movimento em favor dos direitos das pessoas com deficiência, iniciado no Brasil em 1981, e uma exposição de fotos produzidas por alunos do curso de alfabetização visual da Adeva, ministrado pelo fotógrafo João Kulcsár, compõem a homenagem.

O evento, que é aberto ao público, acontece hoje (7), a partir das 19h, no Memorial da Inclusão, à rua Auro Soares de Moura Andrade, 564, portão 10,  Barra Funda, São Paulo, SP. Mais informações: (11) 5212-3700.

Por QSocial

 


out 06 2014

Lego ajuda crianças cegas a sentir a arte


Observada atentamente por duas crianças, menina com deficiência visual toca sua interpretação da obra; na mesa, peças menores e coloridas no formato de cavalo

Observada atentamente por duas crianças, menina com deficiência visual toca sua interpretação da obra; na mesa, peças menores e coloridas no formato de cavalo

 

Numa experiência inovadora e premiada, a Lego proporcionou para um grupo de crianças a experiência de sentir a arte.

Primeiro, educadores descreveram a pintura “O Cavalo Azul”, do expressionista Franz Marc (1880-1916), passando pincéis para crianças com deficiência visual.

Lápis criado por Lukas, de 7 anos

Lápis criado por Lukas, de 7 anos

Depois, elas foram convidadas a interpretar a obra usando as peças de montar. Para finalizar, as crianças cegas descreveram suas criações para crianças que enxergam. Assim, uma pode entrar em contato com o mundo da outra e estimular a imaginação.

Quando perguntado sobre a torre que construiu, Lukas, de 7 anos, respondeu: “Não é uma torre, é o lápis que Franz Marc usou para desenhar a foto!”.

A ação, que foi realizada durante a reabertura do museu alemão Lenbachhaus, no ano passado, conquistou o Leão de Prata 2014 no Festival de Publicidade de Cannes.

Por QSocial

 

 


out 01 2014

Roupa tecnológica ajuda cego a caminhar


Pessoa com deficiência visual, bombeiro, soldado e policial equipados com o colete Eyeronman

Pessoa com deficiência visual, bombeiro, soldado e policial equipados com o colete Eyeronman

A maioria das 285 milhões de pessoas com deficiência visual caminha com o auxílio da bengala inventada em 1921. Mas a empresa americana Tactile Navigation Tools quer deixá-las com as mãos livres para andar pelas ruas.

Para isso, está em desenvolvimento o Eyeronman, um colete repleto de sensores e emissores que detectam obstáculos até 360º em torno do usuário e os avisam por meio de feedback tátil.

Altamente tecnológica, a roupa é equipada com laser LiDAR, o mesmo utilizado por carros sem condutores para controlar a distância de outros veículos. Com isso, se o tecido detecta algo que possa representar um perigo, alerta o usuário sobre sua localização por meio de uma almofada vibratória. Se um obstáculo está na parte inferior esquerda do caminho do usuário, por exemplo, o tecido vibra na parte inferior esquerda.

Outras tecnologias empregadas no protótipo são o ultrassom, que utiliza o mesmo método dos morcegos para determinar a distância dos obstáculos, e a luz infravermelha, um tipo de radiação eletromagnética usado por jararacas para detectar presas ao sentir o calor do corpo.

Estudos mostram que pessoas com deficiência visual usam partes do cérebro normalmente utilizadas para a visão para processar a entrada auditiva, o que sugere fácil adaptação a novas conexões neurais. Assim, os pesquisadores acreditam que um cego poderia passar perto de uma mesa e senti-la por vibração.

O objetivo da empresa é comercializar o Eyeronman para soldados, policiais e bombeiros, que podem ter a visão limitada à noite ou pela fumaça de incêndio ou explosões.

Por QSocial


set 29 2014

SP ganha espaço de arte inclusiva


mais diferenças 1São Paulo vai ficar um pouco mais plural e inclusiva em 4 de outubro, quando a Oscip Mais Diferenças inaugura um espaço de artes com programação em diversas linguagens acessíveis e entrada gratuita.

O local vai abrigar filmes acessíveis para pessoas com deficiência visual e auditiva, exposições multissensoriais e shows.

O primeiro dia começa às 15h com a exposição “Múltiplo Comum”, uma reunião de obras de arte visuais, táteis e sonoras dos artistas Marcos Abranches, Paulo Bordhin, Rogério Ratão, Billy Saga, Costados e Tiago Marchesano. Ela fica em cartaz até o dia 10 de outubro.

Às 18h, o rapper Billy Saga se apresenta com os convidados Juliana Caldas e Tupã. Serão utilizados equipamentos que ampliam a vibração do som, transformando-a em sensações táteis; tradução simultânea para Libras (Língua Brasileira de Sinais); e audiodescrição para smartphones e tablets pelo aplicativo WhatsCine.

O longa-metragem “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, escolhido para representar o Brasil na seletiva do Oscar 2015, será exibido em 8 de outubro, às 19h30. A projeção contará com audiodescrição, subtitulação e janela de Libras desenvolvidos pela Mais Diferenças e transmitidos pelo WhatsCine.

mais diferenças 3“As características principais da iniciativa são uma produção artística pensada em um contexto inclusivo desde sua criação; a participação de artistas com deficiência; e a promoção da experimentação e do diálogo para construção de conhecimentos coletivos”, explica Tiago Marchesano, coordenador do Núcleo de Práticas Culturais Inclusivas da Mais Diferenças.

O espaço fica na rua Lisboa, 445, Cerqueira César, São Paulo, SP. Mais informações em (11) 3881-4610 e no site do Mais Diferenças.

Por QSocial

 

 


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